Tainá Vieira
Entrego-te a minha vida, amor,
Toma o meu corpo e faz dele
Instrumento do teu desejo,
Estou a tua disposição para
Fazeres o que quiseres de mim...
Serei teu alimento nas horas
Mais inesperadas dos teus dias;
Quero ser tua bebida quando a
Sede secar-te a garganta, quando
Estiveres entediado, serei tua distração.
Minha boca calar-se-á para o mundo
Minha voz não mais será ouvida,
Pois meus lábios e minha língua
Servirão somente a ti, e pronunciarei
Apenas uma palavra: teu nome.
Meus olhos não distinguirão mais nada,
Se não for teu corpo, meus lábios sentirão
Apenas o gosto do teu beijo e meu corpo
Viverá para tuas caricias, será o instrumento
Das tuas fantasias e dos teus desejos.
Serei tua amiga, tua amante, serei
Teu anjo, guardarei tuas noites, farei
Tudo o que quiseres, beberei uísque
Com você. Serei homem nos instantes
Que precisares de um ombro amigo.
Enxugarei tuas lagrimas, quando a
Tristeza bater na tua porta, te farei
Sorrir, farei de tudo para vires teu sorriso
Brilhar mais uma vez, mas se continuares
A chorar eu beberei tuas lagrimas.
Serei tua força quando o cansaço te vencer
E quando não puderes mais caminhar
Sozinho, te conduzirei pelos meus braços:
Serei teu apoio. Privar-me-ei dos meus
Sonhos para realizar os teus.
Serei teu gozo e tua alegria, meu sexo
Jamais se cansará de desejar-te,
De querer-te todas as noites, todos
Os dias, de todos os jeitos, meu corpo
Morrerá se não sentir mais o teu calor.
Serei os cincos sentidos e os
Quatros elementos, serei a vida
Representada nas estações.
– as flores, a chuva, a neve, o calor.
Serei o universo inteiro só pra ti.
Entrego-te a minha vida, amor,
Para fazeres dela o quiseres,
Entrego-te o meu corpo, já não
Pertenço-me mais, minh’alma e
Meu coração agora pertencem a ti.
Eis-me aqui, despida como vim ao
Mundo, desprovida de sonhos, apenas
Com uma razão, servir-te. Ofereço-te
O meu corpo, minha carne, ofereço-te
Tudo a ti, que és senhor de mim.
Amigos do Fingidor
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Tua ausência
Tainá Vieira
Onde estás agora? Esqueceu-me?
como pode ter me esquecido!
preciso muito te ti neste momento.
Meu corpo está aqui, clamando teu nome,
pedindo teu toque, tuas caricias,
minha boca necessita da tua,
traz teu beijo, meus lábios estão adormecidos
com a tua ausência.
Meu corpo está inerte e gélido,
quando tu estás aqui ele transforma-se
num vulcão em erupção.
Hoje estou em estado de lamúria,
clamando por você,
se não vieres logo,
certamente morrerei.
Eu preciso. Não. Eu necessito do teu corpo,
pra aquecer o meu,
dos teus beijos, pra alimentar minh’alma,
do teu cheiro, pra perfumar meu ar,
do teu amor, pra viver.
Não demores!
Onde estás agora? Esqueceu-me?
como pode ter me esquecido!
preciso muito te ti neste momento.
Meu corpo está aqui, clamando teu nome,
pedindo teu toque, tuas caricias,
minha boca necessita da tua,
traz teu beijo, meus lábios estão adormecidos
com a tua ausência.
Meu corpo está inerte e gélido,
quando tu estás aqui ele transforma-se
num vulcão em erupção.
Hoje estou em estado de lamúria,
clamando por você,
se não vieres logo,
certamente morrerei.
Eu preciso. Não. Eu necessito do teu corpo,
pra aquecer o meu,
dos teus beijos, pra alimentar minh’alma,
do teu cheiro, pra perfumar meu ar,
do teu amor, pra viver.
Não demores!
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